FERROS-VELHOS SÃO APONTADOS COMO BOAS PRÁTICAS

Três anos. O tempo que uma equipe de oito pesquisadores do Departamento de Engenharia da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, passou atuando com a indústria e fabricantes a fim de descobrir formas de tornar a utilização de metais, concreto e papel mais sustentável no futuro.  Para a indústria é interessante reduzir o alto consumo de energia, pois baixa os custos.
Fazer mais com menos, foi o princípio básico da pesquisa. Ações como: diminuição do consumo de metal, principalmente do setor automotivo e no de produção de latas de alimentos; redução de perdas,  aproveitando mais as matérias-primas e o reaproveitamento de sucatas. Descobriu-se que a sucata de aço, cortada em pedaços, reduz gastos com energia.
Foto: O Globo 30 de novembro de 2011
Na Inglaterra, um ferro-velho dá exemplo de preservação ambiental reutilizando as peças, ao invés do seu derretimento. Gasta-se menos energia.
Em vez de reciclar, os pesquisadores sugerem a reutilização de componentes antigos. Com isso, prolonga-se a vida útil dos produtos, reduzindo o consumo com a fabricação. Os ferros-velhos, com essa prática, saem na frente no combate as emissões de carbono à atmosfera.
Avaliando a questão, o biólogo e professor da Coppetec/UFRJ e da FGV Ricardo Barros diz ser inteligente adotar a “ecoeficiência, ainda mais em momento de crise”.
Segundo ele, na década de 1970, um carro pesava dez vezes mais que os atuais, por disso, o consumo de energia era muito maior. Os equipamentos de hoje,  apesar de  mais eficientes, não conseguem reduzir a demanda mundial por energia.
Extraído do blog do bom

PASSA DA HORA DE MALHAR O "JUDAS MALHAÇÃO"

É uma boa notícia: a novela "Malhação" estaria assustando a Globo. Por causa dos seus baixos índices de audiência diretores da emissora pensam em outros planos para o horário em 2012. Penso que, além dos assuntos impróprios para o horário que traz "Malhação", é ela uma série totalmente fora de propósito. 

Olha que compartilho da opinião de muitos jovens e adultos!

Infelizmente, por circunstâncias muitas, algumas vezes, com desprazer, presenciei parte de minha família e a filha menor de 10 anos acompanhado cenas e assuntos impróprios para a sua idade e horário. 

Já não bastam as novelas que tentam impor o homossexualismo e conceitos religiosos?

Subliminarmente ou conscientemente, a emissora sim, incute na população a homofobia e extratos religiosos, em exagero. É um contraste bastante grande para uma televisão que busca com o seu programa anual "Criança Esperança" - de atitude séria e compromissada com a sociedade, vir com uma “Malhação”, ou “Malhações” de tão baixo nível.

A nota foi divulgada e atualizada ontem (02/12) no site UOL, por meio de seu departamento NaTelinha, que procurou a Central Globo de Comunicação. Esta disse que a informação não procede.

Pois, saibam eles (os diretores)  que há muito a própria população se assusta com a programação globo de televisão.

Passou da hora da sociedade, por enquanto, malhar o "Judas Malhação". 

O QUE VOU FAZER AGORA...? SEJA VOLUNTÁRIO DO CVV

Ser voluntário do CVV (Centro de Valorização da Vida) é sublime. Já fui voluntário, no início da década de 1990, quando comecei no jornalismo no Rio de Janeiro. Na época, me sentia solitário, pois tinha trocado o interior do estado pela capital e vi na organização CVV um espaço para fazer amigos e ajudar os inexperientes. Pensava que dar conselhos me faria bem. Estava duplamente equivocado e mais tarde constatei ter sido uma das minhas grandes realizações naquela metrópole.

Equivocado por quê? Explico: No Centro de Valorização da Vida ninguém aconselha ninguém. O lema que entendi na ocasião era que se conselho fosse bom, ninguém dava, se vendia. Aliás, este é um dos ditos mais antigos da humanidade.

Segundo, lá você aprende muito, se conforta e amadurece. Nas conversas travadas na entidade, as pessoas que ligam, são as que mais falam. E o objetivo principal e este: fazer o outro ( ou a outra) falar, colocar para fora os sentimentos, para então, em algum momento, descobrir a solução de seu desalento. A troca de experiência com os colegas voluntários, que formam a família CVV, e também um ganho para o voluntário

A importância da entidade é inquestionável. Para se ter ideia, o Rio de Janeiro já tinha naquele momento da conjuntura nacional, três espaços de CVVs: o de Copacabana, outro na Tijuca e do Largo do Machado, do qual fui integrante. Vivia-se um período em que muitos se se martirizavam com as medidas econômicas aplicadas por Collor. Tanto que, em muitas ligações o dilema do outro lado da linha era: o que vou fazer agora...?

Criado no meio urbano nos Estados Unidos, na primeira metade do século 20, o CVV veio pós os problemas acumulados pela Revolução Industrial se tornou um fórum universal de garantia da vida.

 

Seja voluntário do CVV de Volta Redonda. As inscrições estão abertas e terminam nesta quinta feira, dia 12. Vai ser a oportunidade que procurava. Ligue e se informe: Tel 3360.9685.

MULHERES ESCONDEM DROGAS NAS PARTES ÍNTIMAS

No interior do estado do Rio, há  dois jornais diários de tradição: O Diário do Vale, de Volta Redonda, e  A Voz da Cidade, de Barra Mansa. Do ponto de vista comercial, de duas notícias registradas nas delegacias das duas cidades, o Diário soube aproveitar melhor a informação de duas mulheres presas com drogas. A Voz, que buscou a informação na mesma fonte (BO: boletim de ocorrência das DPs ) se limitou a lançar duas notas na parte interna do jornal, na seção "Registro Policial", valorizando na capa a passeata realizada pela família do jovem assassinado em Resende.

Já o Diário manchetou, fazendo a junção das duas matérias e acrescentando alguns detalhes. E conseguiu chamar a atenção.

Não cabe aqui nenhuma crítica. Mesmo porque  os dois diários vizinhos (Barra Mansa faz divisa com Volta Redonda) têm foco diferentes. Trata-se apenas de uma observação, sem cunho corretivo, com objetivo de reportar aos colegas da área, aos mais velhos principalmente,  o tempo em que os profissionais corriam atrás da noticia de “primeira mão”, a exclusividade. Hoje, com a tecno-informação, a Internet e a globalização  o furo de reportagem se diluiu no espaço e no tempo.

O leitor povão, com certeza, na hora de comprar na banca optou pelo jornal do Aurélio Paiva.

 

O PERIGO DAS SACOLAS PLÁSTICAS

A humanidade precisa logo se preocupar com as sacolas plásticas. É urgente ! As sacolas plásticas descartáveis são grandes inimigas do meio ambiente. Elas não apenas liberam gás garbônico e metano na atmosfera, como também poluem o solo e o mar. Elas   também entopem bueiros e junto com as garrafas pet agravam as enchentes, alterando o volume de rios e córregos e abalando as estruturas de pontes e barreiras. Quando queimadas, envenenam o ar e provocam incômodo nos olhos. Ao ir ao supermercado, leve uma sacola de feira ou de papel, ou bolsas. Faça bem ao ambiente em que vive . Leia abaixo um dos textos sobre "Histórias Futuristas" escrito pelo jornalista Mauro Cesar:

HISTÓRIAS FUTURISTAS
O ano é 2510. Há mais ou menos 400 anos foi criada uma lei que extinguia definitivamente da face da terra as sacolas plásticas, garrafas pet  e todo o tipo de plástico.
Uma menina de 8 anos estava reunida com uma turma de garotos e garotas de sua idade:
- Que nojo! Não sei como eu tive coragem de colocar a mão naquilo.
Frank, um menino mais velho, no alto da sua Flutar (uma máquina tipo bicicleta, que flutuava no ar como uma folha) dizia:
- A última vez que brinquei com terra no sítio de meu avô, encontrei esta “parada” estranha. Quando puxei o bicho se despedaçou.
- Que troço nojento, disse outro menino, dando meia volta com a sua Flutar. Meu pai contou, continuou ele, que a terra um dia já foi tomada por esses animaizinhos, que quase destruíram o planeta.
A criançada estava reunida em círculo, cada uma com o seu Flutar.
"Como pode, heim!" Voltou a menina que se chamava Aratuzza, com cara de nojo: "uma meleca dessa!"
Uma não, milhões! falou uma outra criança

 

É PRECISO REVER OS CAMINHOS

O tecnológico impera e isso realiza e, aparentemente, completa a humanidade, que tem muito a se expandir. Mas, é preciso rever os caminhos por onde o homem passa e os buracos negros do espaço. Eles existem também na terra que um dia deixou o primeiro homem que ficou do lado de fora de sua atmosfera, extasiado, deslumbrado. Sem deslumbre o homem vai interromper seu avanço e ficará no meio do caminho.   

UM DIA NÃO HAVERÁ ARAGEM, NEM MARGENS

A árvore chegou antes de nós

E é sacrificada por milhões de papéis

O radialista denunciou sua derrubada

E o fazendeiro a troca por anéis

No mundo todo, milhares não se lembrarão mais

Parece castigo pelo extermínio de pares e pares

Da natureza e de animais

Da vida torta, mutilada em todos os lugares

 

E se falares?

Por humanidade,  o conselho do planeta,

As nações unidas, não poderá fazer nada

O comercial, o mercado e o financeiro

Vieram primeiro e inventaram os janeiros

O rádio anuncia e a TV mostra imagens

Há prenúncio de que um dia

Não haverá aragem, nem margens

Só em cadernos amarelados,

Ou textos inúteis e fúteis

Em toda parte tremer será arte

Gemer conseqüência

Morrer?  O final, uma sequencia

Centenas de milhares não se lembrarão

 Se for mundial o esquecimento,

Não importa, a riqueza será uma porta

Para o reconhecimento

E lema: da lama à cama à fama

Centenas de milhares não se lembrarão

E a logística do conforto tecnológico

Será, então, como tóxico

Mera Ilusão: bem e mal para uns;

Mau e bom para alguns

 

FRAMPTON NO BRASIL E A IMPRESSÃO BALOFA E DISFORME DE ELVIS

Na segunda metade da década de 1970, com a morte de Elvis Presley, que foi o maior comentário na escola, fui introduzido decididamente ao rock roll por causa de minha primeira namorada. Ela mostrou-se muito sentida com a morte do astro e passei a separar para ela todo o assunto, revistas, recortes de reportagens, discos de vinil, tudo que se referia ao grande cantor morto, com  uma  imagem completamente diferente da maioria das fotos em revistas e semanários da época. Muita gente idolatrou a figura antiga do astro, como se o tempo não tivesse passado. Eu, que tinha comigo a impressão balofa e disforme do astro, em contraste com as imagens massificadas nos meios de comunicação, já gostava de Peter Frampton, usava cabelo igual, tocava suas músicas (não todas) e dizia para ela, que para eu, não existia cantor melhor. Levei essa informação por toda vida e atualmente ainda sou fã do cantor e de Elvis também, por isso adaptei a notícia abaixo, retirada da Internet, para que você não perca o show de Frampton, que por sinal, também, tem um rosto bem disforme do roqueiro da minha juventude.   

PETER FRAMPTON SE APRESENTA NO BRASIL EM SETEMBRO - Peter Framptom, cantor e guitarrista, que alcançou projeção mundial em meados da década de 1970, fará vários shows no Brasil em Setembro. Começando em Brasília, no Centro de Convenções, amanhã, dia 9. No Rio de Janeiro, dia 11, a apresentação será no HSBC Arena. Em Porto Alegre, dia 14, ele canta no Pepsi Onstage. Os paulistas vão ver o guitarrista, dia 17, no Via Funchal, em São Paulo. O encerramento da turnê do artista será dia 18, no Chevrolet Hall de Belo Horizonte (MG). Ele já cantou no Brasil em1978 e 1996.

Inglês, naturalizado americano, Frampton começou sua carreira aos 16 anos, ao ingressar na banda londrina THE HERD. Por sua beleza juvenil fotogênica, em 1968, se destacou na revista teen britânica "RAVE", sendo consagrado como "O ROSTO DE 68". Todavia, foi seu desempenho na guitarra que lhe trouxe notoriedade. Neste mesmo ano ele formou a banda HUMBLE PIE, com Steve Marriott, do Small Faces. 

Gravado ao vivo, o álbum "FRAMPTON COMES ALIVE", que inclui os sucessos "Do you feel Lee We Do", "Baby, I love your way" e "Show me the way", foi o álbum ao vivo mais vendido de todos os tempos. Mas, a carreira de Peter Framptom não foi só de brilho e o próprio cantor reconheceu que consumo de drogas e alcóol, por muito tempo, atrofiou parte de sua vida e recuperado tem hoje uma visão diferente do mundo.

 "Fiquei sóbrio há sete anos. Não que eu fosse um usuário habitual, mas eu bebia, me drogava, consumia o que aparecesse. Já fazia isso havia algum tempo, e você nunca chega ao ponto em que consegue pensar com clareza suficiente para amadurecer ou crescer. Isso atrofia seu crescimento como pessoa", declarou o músico em entrevista recente à agência internacional de notícias Reuters. Após o atentado ao World Trade Center, em Nova Iorque, em 11 de setembro de 2001, Frampton decidiu tornar-se cidadão americano. No início deste ano, lançou o álbum “Thank you Mr. Churchill”, segundo o próprio Frampton, um álbum autobiográfico, com clima introspectivo e nostálgico.


 

O CHUTE FINAL E A CELEBRAÇÃO DO GOL

Jabulani significa celebração para os africanos, realizadores da maior festa esportiva da atualidade. É objeto máximo deste grande evento que entra em sua 2ª parte. E ela, a bola, Jabulani, é no campo o objeto a personificação solitária do sucesso em uma partida onde o placar é impar. E será lembrada com alegria para uns e tristeza para outros. Mais ainda por aquela “mudança de direção súbita” (MDS). Uma emissora de TV a exalta tanto, que a bola do campeonato parece ter vida própria. Como se pretendesse ser objeto de publicidade em futuro bem próximo. Fez até um funk em sua homenagem.

No Aurélio brasileiro não há similar para a palavra Jabulani. Pode ser que no futuro passe a existir a definição como bola. Há uma cidade paulista de nome Joborandi, situada na zonada mata de Barretos, onde o café e a criação bovina já foram a principal atividade econômica. A palavra é nova para a maioria dos brasileiros e surgiu com a Copa 2010. A permanência da Jabulani no vocabulário brasileiro vai depender do trajeto que ela fará nos próximos jogos da seleção brasileira.

Na hora do jogo, ela não é de confiança quando está em direção do gol do time que a recebe, mas representa confiança para a equipe que chuta. É beijada, afagada, acarinhada antes de parada, aguardar o chute do jogador da seleção que ataca. E arrancada, às vezes com raiva ou resignação, do gol da equipe que o recebe. Neste toma e leva, permanece impassível. Parece que a Jabulani tem vida e vibra com o balançar das redes, não importar o lado. Para ela, não existe o confronto, mas apenas a linha do gol. A Jabulani é amada e odiada ao mesmo tempo. Mas celebra feliz a vitória. Está sempre aguardando o chute final.

Texto de Mauro Cesar: UOL Busca www.malcomlmaucomu.blogspot.com

O DESTINO FINAL DO CELULAR

Imagine um mundo sem celular. Não seria o caos da humanidade, mas, com certeza elevaria o nível de stress de muitos: dos dependentes dos negócios (bolsa de valores, vendedores de ações, etc.); dos dependentes da família e filhos; e dos enamorados. Em uma breve pesquisa feita, constatei dois lados extremos: os totalmente dependentes do aparelho e aqueles que têm ojeriza aos mesmos. Um professor, amigo meu, nunca teve um celular e diz que nunca pretende ter. Outro se aporrinhou com as cobranças no trabalho e o jogou fora. Um primo quebrou o dele no chão da cozinha depois que a namorada começou a vasculhar e questionar sobre os números desconhecidos de mulheres em seu celular. Ganhou outro da mesma. Trabalhei com um, separado, amante da noite e das serestas, que vivia recusando propostas das “coroas” com as quais “ficava”. Dizia: “se aceito o celular de presente, ela vai querer me controlar e ai... acabam os namoros.”

Alguns destinos finais de celular chama à atenção. Estava com minha mulher no “Marujos Lanches”, quando a proprietária falou do celular encontrado no vaso. A minha filha de sete anos foi quem viu, informou minha mulher depois. Garanto que não foi procurado e provavelmente a pessoa nem viu cair. Presenciei certa vez um carro se arrancar e o telefone espatifar na rua. Em outra ocasião vi um motorista colocar o celular no teto do veículo, para guardar outras coisas no banco traseiro. Ficou por segundos revirando os bolsos e procurando alguma coisa na pasta e quase senta ao volante. Este, eu riria avisá-lo.

O fundo de uma caixa d’água. É onde foi parar o celular de um conhecido. Existem latas de lixo riquíssimas, afinal quantas coisas de valor vão parar no lixo por engano!  E muitos celulares, em ótimo estado, já foram encontrados em lata de lixo. A exposição ao sol e a água de sal são prejudiciais ao celular, mas, maioria dos banhistas não deixa o seu em casa. E muitos são esquecidos na praia. O fundo do mar, por onde passa os fios de fibra ótica que transportam as informações da Internet pelo mundo, deve abrigar muitos celulares de pescadores, marinheiros e viajantes. 

Um exemplo pessoal

Na segunda metade da década de 1990, época ainda dos “tijolões”, o meu quase ficou em um lago nas estações da águas, no sul de Minas. Estava a passeio, com parentes, no parque municipal de São Lourenço/MG e orientava uma prima a fotografar (na verdade temia que ela deixasse cair minha máquina fotográfica), fui afastando, afastando e ai... cai no lago. Fui salvo pelo meu cunhado, que me puxou pelos braços. O tijolão molhou, mas não se desprendeu da cintura. (lembra do celular tijolão, do cumprimento de um garfo?) Já em Barra Mansa, consegui recuperá-lo, mas nunca funcionou como antes e agora parou de vez (ainda o tenho).

Teria histórias diversas sobre destino final de celular. E quem me lê, talvez, tenha algumas melhores. Mande se quiser, pelo comentário.

Abaixo, ficam as dicas de prevenção, adaptadas com base no site da Anatel.

 Prevenir é melhor do que ter que comprar outro celular.

CUIDADOS COM O CELULAR

Alguns cuidados básicos que devem ser observados ao ser usar baterias de íon de Lítio para telefones celulares.

Evite deixar o celular exposto no sol (dentro do carro, em janelas, piscina, etc.). Não o esqueça carregando “abandonado” em casa ou no carro – pode ser perigoso. Nem exposto à umidade no banheiro, sauna, etc. Siga as recomendações de tempo de carga da bateria, conforme especificado no manual.

Ao colocá-lo para carregar, procure sempre o local arejado da casa, de preferência, em local onde ninguém esteja dormindo. Se o celular cair na água, não o ligue. Leve-o a uma loja autorizada. Nunca utilize carregadores ou baterias de procedência duvidosa.

Evite colocar o celular no bolso junto com molho de chaves. Atente para que, ao colocá-lo no bolso ou em bolsa, não fique em contato com moedas, clipes ou quaisquer outros artefatos metálicos que possa provocar curto-circuito. Procure nunca comprimi-lo no bolso. É bom também que ele fique distante do computador, quando estiver digitando.

Caso note alguma irregularidade: superaquecimento da bateria, deformação, mau contato; aumento de volume, apitos estranhos, etc. – procure assistência técnica autorizada. Não abra o compartimento da bateria com o celular ligado.

As baterias de íon de Lítio inutilizadas não podem ser descartadas em lixos comuns, procure locais apropriados, assim como pilhas, luz de neon ou fluorescente.

A FICHA LIMPA DE ROBERTO CARLOS, O REI

Finalmente o governo federal sancionou, sem vetos e sem mudar a integridade da Lei que ficou conhecida como ficha limpa. Os "colarinhos brancos", uma alusão à época da ditadura, vão continuar impunes como sempre foram e como quase todos senhores "poder econômico" são. E se há uma ficha limpa é por que tem outra suja. E são acessíveis, este último modelo, a negros e pobres deste país. Não por opção, mas pela realidade histórica. Quando o político tiver em sua ficha condenação na Justiça e nos julgamentos em instâncias colegiadas (com decisão de mais de um Juiz), aí ele estará "ferrado" como diriam no popular. A Lei também ampliou de 3 para 8 anos a inelegibilidade do candidato. Mas, fica a pergunta: quantos destes que estão exercendo algum cargo político têm ficha limpa? A sociedade brasileira já sabe. E quantos estarão "correndo na frente ou atrás" para limpar o nome até o pleito de 3 de Outubro próximo, seja para eleição ou reeleição.

Enquanto os canarinhos correrem no campo e o povo, satisfeito com o pão e o circo, aplaudir cada vitória da Seleção Brasileira, os "arautos" da república estarão exercitando seus "jeitinhos brasileiros" para garantirem ficha limpa. E em 2011 o quadro será muito pouco diferente do atual. E "zefininhho" !

Respeito aos quase 4 milhões de brasileiros que se propuseram com suas assinaturas à garantia de que a Lei seja aplicada com o intuito de barrar candidatos condenados e com um histórico de vida bandida. Mas, há cheiro de pizza no ar. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda vão debater sobre a exigência de ficha limpa, pois, apesar do presidente Luís Inácio Lula da Silva não ter feito alterações, ou nem tê-las estudado com profundidade, a discussão é para resolver se realmente a Lei valerá para este ano e se vai barrar candidatos que já foram condenados ou se será apenas para os que "vierem" a ser condenados. E aí está a questão: foi ou vir a condenação. E neste âmbito, o poder econômico tem muita propriedade. Salvem os pobres!

Os deputados, o Senado e o Presidente Lula fizeram a sua parte. Os primeiros seguraram ao máximo a Lei na casa; o Senado fez uma mudança "boba", diriam os mais simples, alterou a expressão "OS QUE TENHAM SIDO CONDENADOS" para "OS QUE FOREM CONDENADOS" e o presidente, muito ocupado com a reeleição, não deve ter se preocupado com detalhes. Roberto Carlos, rei da juventude, fez melhor e agrada a massa até hoje com o seu "detalhes". Só resta à população aguardar para a saber o resultado da ação final dos três poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.

 

BATER EM CAVALO OU VACA É COMO ATINGIR MURO DE CONCRETO
No quadro do jornal O Diário do Vale, de Volta Redonda, edição de 26 de maio de 2010, dois comentários chamaram a atenção. Um pela ignorância, complementado pela réplica de outro: indignado. Acredito que alguém que se lamente por um cavalo morto, quando o “falecimento” deste resultou na morte de um ser humano, só pode estar brincando. Não que eu seja insensível com os animais, ao contrário admiro toda “sociedade protetora de animais”. Mas vamos a analise das opiniões geradas por esta manchete de O Diário do Vale: “Motociclista morre ao bater em cavalo na Rio-Santos”.Não é novidade pessoas morrerem, quando o veículo que dirige bate em um animal de grande porte, tipo cavalo, boi ou vaca. É como ir ao encontro, em alta velocidade, de um muro de concreto.

Na década de noventa, como repórter de “A Notícia” (funcionava no prédio de “O Dia”, de Ary de Carvalho) fiz a matéria de um dentista que morreu instantaneamente, quando seu carro atingiu uma vaca, na Avenida Brasil, altura de Guadalupe, no Rio de Janeiro. No que restou do Gol, pode-se verificar estrume até no console. A vaca morreu com a pancada, mas serviu de alimento para muita gente. Segundo relato, apareceram várias pessoas das proximidades da rodovia, com faca na mão. O acidente foi à noite e de madrugada, quando voltávamos de uma reportagem na zona oeste do Rio, encontramos uns restos de barrigada do animal. O repórter fotográfico só teve o amontoado de lataria para registrar, pois o corpo tinha sido levado.

“A Notícia”, no dia seguinte, estampou na primeira página, mais ou menos assim: “dentista morre ao atropelar vaca na Avenida Brasil”.

Voltando aos dias atuais, na seção de cartas de “O Diário do Vale” constam estes dois comentários:

a) Coitado do cavalo. Estes motoqueiros não têm jeito. Alguém sabe se o cavalo está bem? Fred, pelo site.

b) Esqueceram de dizer que o socorro demorou meia hora para chegar... e não foi à tarde, foi de madrugada, 3h da manhã. E para quem se preocupou com o cavalo, foi porque não era seu irmão ou sua mãe que estava esticado no chão, morrendo... Fábia, pelo site.

Tiveram outros comentários de pessoas que ficaram indignadas com a “brincadeira” do Fred, que parece ser o mesmo dos filmes de terror. Talvez, refletindo depois, ele tenha avaliado e reconsiderado para agir com moderação da próxima vez. Com a facilidade de comunicação que existe hoje, somos impelidos a fazer comentários, participar de enquetes, concursos e por curiosidade sair abrindo e-mails. É regra número um para os internautas: não abrir e-mails desconhecidos. E também é preciso ter cuidado com o que se comenta. A Internet está ai, com as facilidades de comunicação, mas é preciso cautela, cuidado, educação e respeito. É como no trânsito, a falta de educação pode provocar tragédias. Um pouco de bom sendo nunca é de mais. E vale o ditado: Quem fala demais, dá bom dia a cavalo.

QUEM PROTESTA CONTRA FOME? OS MISERÁVEIS NÃO FAZEM PROTESTO

Mortes precoces são provocadas por apenas quatro fatores, conforme lembrou o escritor Frei Betto, em seu artigo semanal publicado em O Globo, na primeira quinzena de Julho. São eles acidentes (de trabalho ou trânsito) ; violência (assassinatos, terrorismo ou guerra); e enfermidades (aids ou câncer). Já a fome produz o maior número de vítimas, entretanto, é a que menos suscita mobilizações. Há sucessivas campanhas contra o terrorismo ou pela cura da aids, mas quem protesta contra a fome? Os miseráveis não fazem protesto. Só quem come , entra em greve, sai às ruas para expressar seu descontentamento, conseguindo adesões e apoio. E estes não sofrem ameaçam de fome. Já os famintos, são ignorados.

Este é o texto na íntegra de Frei Betto, com os dados, que segue, sobre a fome no planeta.

Segundo ele, há 950 milhões de pessoas ameaçadas pela fome crônica. Frei Betto é bem claro: a fome é o que há de mais letal inventado pela injustiça humana. Causa mais morte que todas as guerras. Elimina cerca de 23 mil vidas por dia e quase mil pessoas por hora, sendo as crianças as principais vítimas.

- "Quase ninguém morre por falta de alimentos. O ser humano suporta quase tudo: políticos corruptos, humilhações, agressões, indiferenças, a opulência de uns poucos. Até o prato vazio. Por isso ninguém morre da falta completa de alimentos", escreveu o Frei. E ele tem razão. Veja agora agora o caso de Sarney, relembre outros. Pense nas humilhações do dia à dia, no trabalho por exemplo; no vergonhoso salário mínimo em contraste com as remunerações dos políticos; nas agressões à família da TV e na indiferença da Justiça Brasileira com relação às corrupções no poder público. E as muitas ocorridas neste país e divulgadas na mídia. Tudo isso fazendo gerar mais violência.

COMO O G-8 É CÍNICO!


No início de Julho, os líderes das nações mais ricas e poderosas do mundo, o Grupo dos 8, reunidos na Itália, decidiram liberar 15 bilhões de dólares para aplacar a fome do mundo. Mas, o próprio G-8 é responsável por famintos serem multidão, diz o escritor. "Eles não existiriam se as nações metropolitanas não adotassem políticas protecionistas, barreiras alfandegárias, transnacionais de agrotóxicos e de sementes transgênicas. Não morreriam de fome cerca de 5 milhões de crianças por anos se o G-8 não manipulasse a Organização Mundial do Comércio (OMC), não incentivasse a desigualdade social e tudo isso que a aprofunda: o latifúndio, a especulação dos preços dos alimentos, a apropriação privada da riqueza".

E Frei Betto vai além: apenas 15 bilhões de dólares! E ele lembra que estas nações mais ricas que formam o G-8 destinaram mil vezes US$ 15 bilhões, entre setembro de 2008 a julho de 2009, para salvar o mercado financeiro mundial. A quantia oferecida para aplacar a fome da humanidade "serve apenas para oferecer uns caramelos a alguns famintos" e boa parte dela vai para o bolso dos corruptos ou para a campanha eleitoral.

Na avaliação do ex-padre, se o G-8 tivesse de fato intenção de erradicar a fome no mundo, promoveria mudanças nas estruturas mercantilistas que regem a produção e o comércio mundiais. Canalizaria mais recursos às nações pobres que aos agentes do mercado financeiro e à indústria bélica.

- "Se os donos do mundo quisessem realmente acabar com a fome, eles tornariam o latifúndio um crime de lesa-humanidade e permitiriam a livre circulação de alimentos, assim como ocorre com o dinheiro", exemplificou Frei Betto. E numa comparação com um dos maiores males da humanidade, o narcotráfico, diz que a ação do G-8, poderia, em vez de prender uns poucos traficantes, colocar suas máquinas de guerra par destruir de uma vez por todas os campos de plantação de maconha, de coca, de papoula e de outros vegetais, transformando-os em áreas de agricultura familiar.

O escritor diz que o cinismo dos líderes mundiais chegam ao ponto de estabelecer bases de sustentabilidade ambiental a partir de 2050.
- "Ora, se a natureza algo ensina de óbvio é que, a médio prazo, estaremos todos mortos! Se a Terra já perdeu 25% de sua capacidade de autorregeneração, o que acontecerá se a humanidade tiver que esperar mais 40 anos para que se tome medidas eficazes"? Pergunta, em seu texto, Frei Betto. E conclui:

"Se aqueles que não passam fome tivessem, ao menos, fome de justiça, virtude qualificada por Jesus como bem-aventurança, então a esperança em um futuro melhor não seria vã".

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MICHAEL JACKSON VIVE

Ressuscite a prática da antiguidade à epoca dos faraós

e a população aprovaria o embalsamento de Michael Jackson

Após uma explosão, a fumaça e a poeira impedem a visão de qualquer coisa. Somente algum tempo depois é que tudo vai ficando mais nítido e ai dá para ver o estrago. A historiografia é categórica: o fato vai ficando mais claro, mais rico de detalhes à medida que nos distanciamos dele. O tempo apara as notícias. E o assunto da morte do pop star Michael Jackson não foge à regra e ainda vai ficar por muito tempo na mídia à espera de um fato novo. A informação é dinâmica, não pode morrer junto com as celebridades e a história perpetuará um texto final. O sepultamento do ídolo ainda vai gerar muita informação. Se se ressuscitasse a prática da antiguidade, quando os faraós eram mumificados, a população, com certeza aprovaria o embalsamento de Michael Jackson.

A cozinheira de Jackson, uma brasileira de 84 anos que conviveu com o astro deste de os anos de 1980, o conheceu de perto e definiu-o como uma pessoa frágil, carente e triste. Mas, a história se repete. Líderes do passado longínquo passaram por isso e os da atualidade, com a dinâmica da comunicação, não fugirão à regra. No passado a informação levava até anos para consolidar  o perfil de um ídolo. Hoje, a cada minuto, se tem uma informação  nova. E a informação é como um grande dragão que se alimenta a todo o momento.

O "ANDAR NA LUA" DE MICHAEL JACKSON EXECUTADO POR UM ANÔNIMO NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO

A comoção gerada pela morte de Michael Jackson explodiu por todo o mundo. Sentimentos e reações diversas são demonstradas. Uns aproveitam para ter seu "minuto de fama"., outros aproveitam o cenário em que vivem e são tão espontâneos, que confortam e despertam a curiosidade. No imaginário público, fica registrada a intenção de prestar homenagem. O Moonwalk (algo como “andar na lua”), passo de dança mais famoso de Michael Jackson, foi a homenagem mais comum ao cantor na semana de sua morte (final da segunda quinzena de Junho).
Em Londres, uma multidão se reuniu para fazer o passo ao mesmo tempo. Vários vídeos da brincadeira foram para o YouTube. O mais engraçado, porém, é o de um fã solitário no Brasil. Ele atravessa a Avenida Presidente Vargas, uma das mais agitadas do centro do Rio de Janeiro, imitando Michael, sob os olhares espantados dos transeuntes.

 

 

 

O MERCADO FONOGRÁFICO DE CATÓLICOS E EVANGÉLICOS

A venda de discos de padres, pastores, missionários e evangélicos ocupa hoje um mesmo mercado. A música gospel tem seus intérpretes famosos e é tão ou mais divulgada quanto a católica, que há muito tempo é cantada por artistas de renome. Roberto Carlos já cantou “Jesus Cristo”, música de sua autoria, em igreja da Urca, bairro carioca onde mora. Nelson Ned, Mara Maravilha e outros que surgiram no mesmo cenário do "Rei" Roberto Carlos, elevam a música evangélica.

Referida por evangélicos e católicos como aquela que não é sacra nem inspirada, a música “mundana” e a religiosa parecem, hoje, não ter distinção. Ambas são tocadas no mesmo espaço, ou pelo menos, ouvidas por um público muito heterogêneo. São disputadas em um mesmo mercado. O que não quer dizer que são profanas.

O Padre Fábio de Melo, primeiro religioso a fazer um mega show no Canecão, participa de programa televisivos como um cantor pop, leva a sua música a várias cidades ( recentemente esteve na região) e há pouco tempo tinha seu disco anunciado em horário nobre. Agora, o mesmo espaço de divulgação e gravadora é da cantora evangélica Aline Barros. A televisão divulgadora é a de maior prestígio e penetração em todas as classes, a poderosa Rede Globo. Ambos, católicos e evangélicos, levam um dos selos mais fortes do mercado fonográfico brasileiro: o da Som Livre.

O orgulho, certamente, conforta os credos ao reconhecer que, finalmente, a divulgação da música sagrada alcançou a mídia, o que é bom. É bom por converter pessoas à religião. É ótimo para as denominações religiosas, pois, afinal, abre caminho para a propagação da mensagem e a divulgação do evangelho, comemoram leigos, padres e pastores. Mas, é muito melhor para o mercado fonográfico, que não perde; ao contrário, ganha dos dois lados.

Ter um disco divulgado pela Som Livre deve ser o sonho de todo cantor: cante ao mundo ou às igrejas. Os que recebem o convite, conseguem o contrato, é por que conseguiram arrebatar grandes multidões. Suaram muito a camisa, cantaram, cantam e convencem o meio democrático e carismático da comunidade religiosa que os apoiam.

No final lucram igrejas e gravadoras.

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